Escolha um caso, conduza a primeira consulta com um paciente simulado e receba, ao final, uma devolutiva sobre a sua condução — o que favoreceu o vínculo, o que ficou em aberto no enquadre e o que vale revisar antes de atender de verdade.
Os pacientes desta simulação são inteiramente fictícios e gerados por um modelo de linguagem — não representam pessoas reais nem substituem supervisão clínica. Use como treino de condução, não como fonte de orientação diagnóstica ou clínica.